Somos Premiados

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PRÊMIO PARATODOS DE INCLUSÃO ESCOLAR 20

1º LUGAR NO BRASIL

O Prêmio

De âmbito nacional, o Prêmio Paratodos de Inclusão Escolar 2019 teve o patrocínio da LECCA Investimentos, Vindas – Educação Internacional e Eizirik – Advogados, e o apoio dos Institutos ABCD, Alana, Mara Gabrilli, Rodrigo Mendes, Turma do Jiló e Amplifica.

A premiação foi destinada a laurear experiências pedagógicas/educacionais bem-sucedidas em inclusão de alunos com deficiência no ano letivo de 2019, em todo o Brasil. Nosso colégio concorreu amplamente com escolas de educação privada e pública, compreendendo práticas de educação inclusiva desde a educação infantil ao ensino superior.


O Projeto

JEIPs

Jogos Estaduais Inclusivos de Petrópolis

O JEIPs foi idealizado pelos alunos do curso Técnico em Administração com Ênfase em Empreendedorismo, tendo como objetivo alcançar a inclusão total de pessoas com deficiência e dar oportunidade a jovens que não são escolhidos para equipes de competição por não possuírem aptidão atlética.

Além da inclusão, outra finalidade dos jogos foi retirar o caráter competitivo dos esportes. A face lúdica despontou, por isso as equipes foram constituídas de forma mista, não importando a origem dos atletas nem suas aptidões atléticas. Formaram-se equipes que continham alunos oriundos de escolas distintas, bem como jovens de gêneros diferentes concorreram lado a lado. O lúdico e a concórdia imperaram durante os jogos; prevaleceu o espírito de confraternização.

Os jogos tiveram a inscrição de 130 estudantes oriundos de 6 colégios estaduais de Petrópolis mais o Ciep Cecília Meireles. Foram 16 jogos de esportes coletivos (futsal, voleibol, handebol e basquete) e partidas de atletismo, arremesso de peso, bocha e corrida. O prof. de Educação Física Marcelo Corrêa, que é diretor técnico de bocha adaptada da APDEF além de outros cargos importantes, esteve no evento orientando os atletas na modalidade arremesso de peso.

O SESC (Petrópolis-RJ, bairro Nogueira), em parceria com o Ciep Cecília Meireles, desenvolveu atividades lúdicas através de jogos de arco e flecha, badminton, tênis de mesa e tatuagem recreativa com mensagens de engajamento social.

A abertura dos jogos contou com o emocionante depoimento de superação do Pedro Stutzel, dizendo que se tornou atleta amador após acidente de moto que o levou à condição de paraplégico. Em seguida, a estudante Maria Eduarda, cadeirante e portadora de baixa visão, executou um trecho de música para violino. A abertura foi finalizada com a apresentação do Grupo Gesto, que, entre seus integrantes, possui alunas portadoras de paralisia cerebral.

Nada disso poderia ter tido a grandiosa dimensão que teve se não houvesse o esplêndido protagonismo juvenil e o trabalho colaborativo entre estudantes do Ciep Cecília Meires e as professoras Ana Carolina Kapler (Educação Física), Paula Vaz (Português e Empreendedorismo), Adriana Barcellos (Educação Física, Dança e Projeto de Vida), Iulie Toman (Música/Arte, Projeto de Pesquisa e Intervenção e Projeto de Vida) e Daniely Carius (Biologia, Projeto de Intervenção e Pesquisa e Projeto de vida).

O evento envolveu todo o colégio durante um dia (manhã e tarde) e foram diversos os colaboradores que se dedicaram para a concretização desse evento magnífico, exemplo de inclusão social.

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PRÊMIO SEBRAE DE EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA ENSINO MÉDIO 2019

1º LUGAR ESTADUAL /RJ

O Prêmio

Reconhecimento estadual, regional e nacional aos profissionais que desenvolveram boas práticas em educação empreendedora no Brasil.

O Prêmio SEBRAE de Educação Empreendedora é uma iniciativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas empresas – SEBRAE -, que vai identificar, estimular, reconhecer e divulgar as melhores práticas da educação empreendedora no Brasil.

Nosso colégio concorreu na mesma categoria com escolas privadas, federais, fundações e secretarias de educação.

(Fonte: https://educacaoempreendedora.sebrae.com.br/site/premio, adaptado)

O Projeto

ReVitalizando ambiências: empreendendo do arquitetônico ao emocional

Os estudantes pioneiros do curso de Empreendedorismo com Ênfase no Mundo do Trabalho (ensino médio integral), segunda série do ano letivo de 2018, quiseram, através de seu trabalho, transformar a imagem do colégio perante a comunidade, que fora estigmatizada equivocadamente devido a fatos ocorridos em outros tempos. Mas como fazer isso? Dando a “cara” deles a um espaço que estava inutilizado há anos e trazendo a comunidade para ver tudo de perto.

Dessa forma, o projeto surgiu através da disciplina Projeto de Intervenção e Pesquisa, do curso dede Empreendedorismo com Ênfase no Mundo do Trabalho, iniciado em nossa unidade escolar em 2017.

Um dos objetivos do curso é estimular o protagonismo juvenil e fazer com que o estudante se descubra empreendedor de sua própria vida. Na referida disciplina, o propósito é que se faça na primeira série uma interferência na escola. Já na segunda série, a abrangência aumenta, podendo incluir a comunidade escolar e, na terceira série, uma projeção maior ainda acontece, pois a abrangência é da escola para a comunidade escolar e desta para sua relação com o mundo.

Em conformidade com a proposta do curso, as professoras Paula Vaz e Iulie Toman inciaram, portanto, um trabalho diferenciado com seus alunos e muito diferente das aulas expositivas tradicionais. As professoras e os alunos passaram a executar as tarefas ou etapas do projeto de forma colaborativa, oferecendo ao aluno o protagonismo das suas ações e acreditando na capacidade que cada um tem para participar de transformações grandiosas. O prof. Valério Medeiros ainda colaborou com o trabalho e foi um dos entusiastas da iniciativa dos jovens.

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Desafio Inova Escola 2019

O Prêmio

Lançada em 2019, para celebrar os 20 anos da Fundação Telefônica Vivo, a iniciativa disponibilizou uma Trilha Formativa para mais de 4.400 educadores apresentando atividades on-line e in loco para orientar a construção de um Plano de Inovação para suas escolas.

O Desafio Inova Escola é uma iniciativa promovida pelo Programa ProFuturo, por meio da Fundação Telefônica Vivo, com coordenação técnica do CENPEC Educação. É apoiado pela Representação no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e o Movimento de Inovação na Educação (MIE).

(Fonte: https://www.desafioinovaescola.org.br/o-desafio)

O Projeto

Arte contextualizada como projeto no Ciep Cecília Meireles

Aceitando o desafio da Fundação Telefônica Vivo, participamos com a Arte respondendo questões relacionadas à autoestima e à constituição de eventos artísticos como os Festivais de Arte que são desenvolvidos na escola em possibilidades de envolvimento de toda a comunidade escolar numa melhoria da situação problema. A proposta foi uma trilha formativa; e as 150 escolas que conseguiram concluir primeiramente a trilha receberam uma coleção do evento. Nosso colégio ficou entre as 150 escolas em todo o Brasil concluintes da trilha.

Esse trabalho foi desenvolvido por uma equipe de professoras protagonistas: Paula Vaz, Adriana Barcellos, Daniely Carius e Iulie Toman. Os registros fotográficos foram realizados pelo aluno Renan Teles, que já estava engajado na fotografia para se tornar profissional na área.

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Conectando saberes 2019

TOP 10 DO ESTADO

O Prêmio

Foram selecionados os dez melhores projetos para compor o e-book Conectando boas práticas, que será divulgado em todo o Brasil.

A proposta foi oferecer a oportunidade de compartilhar a prática inspiradora do professor com educadores de todo o país e ter seu trabalho valorizado e disseminado para que mais educadores transformem suas escolas.

O Conectado Boas Práticas é uma iniciativa da rede Conectando Saberes que tem o objetivo de reunir iniciativas pedagógicas que tiveram um impacto positivo nas escolas em que foram colocadas em prática.

(Fonte: https://conectandosaberes.org/conectandoboaspraticas/sobre/)

O Projeto

Mais uma vez, O projeto ReVITAlizando ambiências: empreendendo do arquitetônico ao emocional foi premiado devido a sua prática de sucesso.

Apenas para recordar, os estudantes pioneiros do curso de Empreendedorismo com Ênfase no Mundo do Trabalho (ensino médio integral), segunda série do ano letivo de 2018, quiseram, através de seu trabalho, transformar a imagem do colégio perante a comunidade, que fora estigmatizada equivocadamente devido a fatos ocorridos em outros tempos. Mas como fazer isso? Dando a “cara” deles a um espaço que estava inutilizado há anos e trazendo a comunidade para ver tudo de perto.

Dessa forma, o projeto surgiu através da disciplina Projeto de Intervenção e Pesquisa, do curso dede Empreendedorismo com Ênfase no Mundo do Trabalho, iniciado em nossa unidade escolar em 2017.

Um dos objetivos do curso é estimular o protagonismo juvenil e fazer com que o estudante se descubra empreendedor de sua própria vida. Na referida disciplina, o propósito é que se faça na primeira série uma interferência na escola. Já na segunda série, a abrangência aumenta, podendo incluir a comunidade escolar e, na terceira série, uma projeção maior ainda acontece, pois a abrangência é da escola para a comunidade escolar e desta para sua relação com o mundo.

Em conformidade com a proposta do curso, as professoras Paula Vaz e Iulie Toman inciaram, portanto, um trabalho diferenciado com seus alunos e muito diferente das aulas expositivas tradicionais. As professoras e os alunos passaram a executar as tarefas ou etapas do projeto de forma colaborativa, oferecendo ao aluno o protagonismo das suas ações e acreditando na capacidade que cada um tem para participar de transformações grandiosas. O prof. Valério Medeiros ainda colaborou com o trabalho e foi um dos entusiastas da iniciativa dos jovens.



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Criativos da escola 2019

Menção Honrosa

O Prêmio

O Criativos da Escola encoraja crianças e jovens a transformarem suas realidades, reconhecendo-os como protagonistas de suas próprias histórias de mudança. O protagonismo, a empatia, a criatividade e o trabalho em equipe são os pilares centrais deste projeto que busca envolver e estimular educandos e educadores de diferentes áreas no engajamento e na atuação em suas comunidades.

A iniciativa faz parte do Design for Change, movimento global que surgiu na Índia e está presente em 65 países, inspirando mais de 2,2 milhões de crianças e jovens ao redor do mundo.

(Fonte: https://criativosdaescola.com.br/#desafio)

O Projeto

Papo Reto

O projeto surgiu a partir de uma situação problema nas aulas de Projeto de Intervenção e Pesquisa do curso de ensino médio Técnico em Administração com ênfase em Empreendedorismo. Os alunos identificaram que faltava um diálogo franco entre eles sobre assuntos de interesse dos alunos. O papo deveria ser de jovem para jovem. Os caminhos para a discussão deveriam ser estabelecidos com autonomia para que as soluções ou as conclusões fossem construídas pelo jovem.

A turma que elaborou essa intervenção estava no primeiro ano do ensino médio em 2018. Após diversas propostas em equipe, encontraram uma possibilidade de convidar cada turma acompanhada com o seu professor. O trabalho em 2018 se constituiu de clipes e pequenos vídeos capazes de provocarem nos jovens uma reflexão a respeito de assuntos que os tocavam emocionalmente de alguma maneira. Entre vários assuntos pesquisados, o tema escolhido foi o tráfico de mulheres, cuja culminância foi a promoção de uma sessão de cinema com um filme que abordasse o assunto.

Após o sucesso da primeira edição, os alunos elegeram o preconceito para ser o novo ponto de discussão do projeto, portanto uma nova edição do Papo Reto passou a ser elaborada, agora com a participação da turma 2001 do ensino médio integral (que se formou a partir de duas turmas de primeiro ano de 2018). Essa turma (ano letivo de 2019) passou a pesquisar diversos assuntos relacionados ao preconceito. O projeto também se ampliou com a inserção de momentos musicais e outras atividades. Os tipos de preconceito que abordaram foram os mais diversos. A culminância do trabalho abordou a empatia. Tanger a empatia surgir da visita do prof. Júlio Freitas, que elaborou o projeto Empatizar e que é uma construção para sua dissertação de mestrado.

O projeto foi resultado do esforço conjunto das professoras Iulie Toman (Música/Arte, Projeto de Pesquisa e Intervenção e Projeto de Vida), e Paula Vaz (Português e Empreendedorismo).